Doença Falciforme é tema de Capacitação para Profissionais da Secretaria Municipal de Educação
A Assistente Social Clenize das Graças Coelho Resende coordenadora do Programa de Atenção Integral as Pessoas com Doença Falciforme e outras Hemoglobinopatias, ministrou dia 04 de abril no auditório do CEMEPE, uma Capacitação sobre as questões que envolvem a doença falciforme, principalmente no ambiente escolar, para um público de 102 pedagogos.
Segundo Clenize “esta capacitação faz parte do Projeto Gibi Pedagógico - Doença Falciforme - O melhor remédio é a informação, em parceria com o Programa Saúde Todo Dia, seguindo o cronograma para capacitação e entrega dos Gibis pelo Programa."
"Além das informações básicas sobre a doença, um dos temas foi sobre o desafio da escola, que é de encontrar a medida certa na relação com a criança/adolescente de modo a entender a especificidade que esta doença traz, possibilitando assim, o desenvolvimento das potencialidades que este aluno tem," concluiu Clenize.
Esta Capacitação esteve inserida no 3º Encontro de Formação Continuada do ensino fundamental, sob a coordenação da Helena Maria Gomes – coordenadora da Formação Continuada com os Pedagogos e com o apoio de Liliane Ribeiro – coordenadora de Projetos em Ciências.
Mais informações:
Programa de Atenção Integral às Pessoas com Doença Falciforme
Anexo da SMS – sala 102 / Fone: 3253-5416 / 9182-5851
http://boletimsaudeudi.blogspot.com/2011/04/doenca-falciforme-e-tema-de-capacitacao.html
quinta-feira, 5 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
(Artigo publicado na coluna semanal "Painel", no jornal Diário de Araguari, em 03.05.2011)
GESTÃO ESTRATÉGICA
O sucesso de qualquer empreendimento depende, fundamentalmente, do planejamento oportuno, adequado e consistente. Numa economia onde a disputa é cada vez mais acirrada, e o acesso aos bens de produção dificultado pela inflação dos custos e a escassez de mão de obra qualificada, planejar é tarefa inadiável. Noutro sentido, um adequado sistema de gerenciamento e controle é imprescindível para o sucesso que qualquer projeto.
Alguns setores da administração privada ainda resistem em adotar critérios rigorosos de planejamento e controle, abrindo mão de garantir uma navegação segura e o alcance da lucratividade, de forma perene.
No setor público, contaminado por velhos hábitos de provimento de cargos de gestão com base no compadrismo e no conluio eleitoral, as conseqüências do amadorismo são ainda mais fortes. Onde deveria prevalecer o planejamento de longo prazo, predominam “planos de governo’ elaborados de afogadilho, sem o concurso de especialistas das diversas áreas e sem a participação efetiva da representação social. Portanto, recheados de utopias e palpites, sem a análise da viabilidade econômica e orçamentária. O Brasil está repleto de (maus) exemplos de gasto indevido de dinheiro público.
Na outra ponta do iceberg, está a sociedade brasileira, desde sempre alienada e desinteressada de promover o controle social da gestão pública, cujos mecanismos estão previstos em lei. Mandato eletivo não deveria ser alvará para desmandos, como ocorre há décadas. A mesma sociedade que reclama de maus gestores, se esmera na omissão de suas responsabilidades, como fiscal dos atos de quem elegeu para “gerenciar” o patrimônio de todos nós.
A gestão estratégica precisa, definitivamente, entrar na ordem do dia em todos os setores da atividade humana. Notadamente, na administração pública que tem a dura missão de cuidar do interesse da maior clientela que qualquer empresa pode ter: toda a população de um município, estado ou país.
Boa semana!
edilvomota@hotmail.com
http://saúdenatela.blogspot.com/
domingo, 24 de abril de 2011
Araguari pode ter PSF's descredenciados, diz GRS
(Fonte: jornal Correio de Uberlândia, edição de 24.04.2011)
http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/programas-podem-ser-descredenciados-pelo-sus/
Dos 18 municípios da Gerência Regional de Saúde (GRS), sete correm risco de terem equipes do Programa Saúde da Família (PSF) descredenciadas por causa da falta de médicos e, principalmente, pelo descumprimento da carga horária. O problema afeta os municípios de Araguari, Monte Alegre de Minas, Estrela do Sul, Coromandel, Prata, Monte Carmelo e Patrocínio.
O representante do Conselho Regional de Medicina (CRM) afirmou que a entidade não recebeu nenhuma denúncia de descumprimento de carga horária pelos profissionais da área médica do PSF. Os salários dos médicos do PSF variam entre R$ 6 mil e R$ 13 mil na região do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba.
Desde a última terça-feira (19), prefeitos e secretários de saúde, que são os gestores do Sistema Único de Saúde nestas sete localidades, estão sendo convidados a participar de reuniões com a diretoria da GRS em Uberlândia para tratar das supostas irregularidades no PSF. Os prefeitos de Araguari e de Monte Alegre de Minas já estiveram reunidos com o diretor da GRS, Daltro Catani Filho.
“Nos 118 municípios, temos 110 equipes de saúde da família. Estão faltando três médicos. Sempre no começo de ano há uma rotatividade. Têm irregularidades na carga horária. Têm médicos que não cumprem. Estamos chamando os prefeitos para regularizar a situação. Não só em Araguari, mas alguns outros municípios estão na mesma situação”, afirmou Catani. A checagem do cumprimento do horário é realizada por meio do cadastro nacional de estabelecimentos de saúde.
O descredenciamento poderá afetar os repasses do Estado e da União para estes municípios. “Os municípios deixam de receber. O custeio da equipe do Programa Saúde da Família é de aproximadamente R$ 20 mil. O Estado de Minas e a União ajudam com R$ 12 mil dos R$ 20 mil. A União entra com uma parcela um pouco maior, mas é quase meio a meio. Se não apresentou a produção neste mês, no mês que vem não recebe. Então, como vai custear a equipe? Há um descredenciamento da equipe naquele período que não tiver o médico”, afirmou o gerente.
Prefeito acha difícil médico cumprir horário
Das três vagas para médicos do Programa de Saúde da Família (PSF), que, segundo a Gerência Regional de Saúde (GRS), faltam para serem preenchidas na região sediada em Uberlândia, duas estão em Araguari. A terceira vaga em aberto não foi divulgada pela coordenação de atenção primária da GRS.
Segundo o prefeito araguarino Marcos Coelho, haverá remanejamento da equipe médica do município para suprir a falta de médicos no PSF. “Nós vamos trabalhar para suprir as deficiências que existem. Lógico que há dificuldades, mas a partir do mês de maio vamos ter um pequeno aumento salarial para condizer com a realidade da região. Estamos estudando ainda o percentual do reajuste. Também vamos fazer com que a carga horária seja cumprida”, afirmou Coelho.
O prefeito de Monte Alegre de Minas, Último Bitencourt de Freitas, que também é médico, afirmou que acha difícil que os colegas cumpram a carga horária. “Médico não quer cumprir carga horária. A gente reúne, pede, muitos têm outras atividades”, afirmou. São cinco médicos no Programa Saúde da Família no município. “A gente recebe R$ 30 mil do SUS e a Prefeitura coloca R$ 174 mil”, disse.
Cidades tentam regularizar situação
Por meio da assessoria de imprensa, a Prefeitura de Patrocínio informou a recomendação do Ministério Público Estadual para realização de processo seletivo na contratação de profissionais da área de saúde no município no início deste ano. A assessoria informou ainda que neste primeiro quadrimestre a prefeitura está dando posse aos contratados e a situação no PSF está sendo regularizada a partir destas contratações. A secretaria de Saúde de Coromandel, por meio da coordenação de controle e avaliação, informou que desconhece a convocação para a participação do prefeito e do secretário na reunião na Gerência Regional de Saúde (GRS), sediada em Uberlândia. Ainda de acordo com a secretaria local, a falta de médicos seria algo esporádico e que a coordenação de controle e avaliação desconhece casos de descumprimento da carga horária por parte dos médicos do PSF. A reportagem do CORREIO também entrou em contato com as prefeituras Estrela do Sul, Prata e Monte Carmelo, mas não obteve resposta até o fechamento desta edição.
Dificuldades é atrair para as vagas
Uberlândia está entre os 11 municípios que não apresentaram problemas referentes à falta de médico e descumprimento da carga horária no Programa de Saúde da Família (PSF), segundo os dados da Gerência Regional de Saúde (GRS). “Uberlândia é um dos poucos municípios no qual os médicos cumprem horário. Nossos médicos do PSF não fazem outra coisa. É dedicação exclusiva. Estamos cumprindo com as determinações e pactuações”, afirmou a coordenadora de atenção primária da Secretaria de Saúde uberlandense, Ana Abdalla.
A médica, no entanto, afirma que há dificuldade sazonal para preencher as vagas para médicos nas 41 equipes do PSF em Uberlândia, além da dificuldade de conseguir médicos com perfil para o trabalho comunitário e com interface para o serviço de sanitarista. “Mas estamos bem, temos um médico a mais para cada setor para cobrir férias e licenças. Estamos em um processo de crescimento”, disse Abdalla. O salário líquido do médico do PSF em Uberlândia é de R$ 6,5 mil.
Gerência regional não recebeu denúncias
O presidente da delegacia uberlandense do Conselho Regional de Medicina (CRM), Alexandre Menezes, afirmou que a entidade não recebeu nenhuma denúncia de descumprimento de carga horária no Programa Saúde da Família (PSF) na área de abrangência da Gerência Regional de Saúde (GRS). Segundo ele, o problema é “muito mais grave”. “A prefeitura contrata esse serviço no Estado, mas não tem um profissional para fazer o serviço”, afirmou Menezes.
Para o representante do CRM, o salário paga não cobre a responsabilidade do médico do PSF e que não há uma atenção em rede para dar encaminhamento aos pacientes que entram na rede pelo PSF com problemas de saúde mais grave. “Ele (médico) diagnostica e vai mandar para onde o paciente? O paciente continua voltando, mas não há resolutividade. Não tem ultrassom, não tem ressonância, mas se acontecer alguma coisa, quem é acionado judicialmente é o médico. Hoje tem regulação e esses pacientes dessas cidades entram na fila para o TFD (Tratamento fora de domicílio) e vem parar aqui em Uberlândia”, afirmou. “Não há uma política definida para a fixação destes profissionais no interior”.
Estudantes não são atraídos para a área
Os formandos em Medicina também têm demonstrado pouco interesse pela especialidade voltada para o Programa Saúde da Família, apesar da grade curricular das universidades transformada de acordo com premissas do programa de ação comunitária, com visita a pacientes de variada faixa etária e acompanhamento domiciliar com equipes multidisciplinares. “Apesar de o governo estar insistindo muito na formação do médico de família, no programa de PSF, no ano passado, tivemos um candidato para quatro vagas. Neste ano, tivemos dois. Não há programa de cargos e salários para o médico de família.
Inicialmente, ele entra com salário bom, para atrair, mas fica naquilo a vida inteira, enquanto o médico que fez outras especialidades pode começar com salário mais baixo, mas pode abrir consultório, pegar plantão extra. Usar o capital”, afirmou a coordenadora da residência da Medicina da UFU, Maria Bernadete Jeha Araújo.
“O médico do PSF é o melhor remunerado na cidade. É uma tentativa para ver se alguém vai para o PSF, mas mesmo assim, ninguém vai. Quando o sujeito é especialista, ele larga o PSF para fazer a residência médica. Se ele tiver uma máquina, um eletrocardiógrafo, um aparelho de ultra-som, que é cobrado à parte, ele vai ganhar melhor. Isso é do sistema capitalista. Este é o cenário macro”, disse o secretário de Saúde, Gladstone Rodrigues da Cunha.
http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/programas-podem-ser-descredenciados-pelo-sus/
Programas podem ser descredenciados pelo SUS
Daltro Catani Filho, diretor da Gerência Regional de Saúde
da Secretaria de Estado da Saúde, em Uberlândia
Dos 18 municípios da Gerência Regional de Saúde (GRS), sete correm risco de terem equipes do Programa Saúde da Família (PSF) descredenciadas por causa da falta de médicos e, principalmente, pelo descumprimento da carga horária. O problema afeta os municípios de Araguari, Monte Alegre de Minas, Estrela do Sul, Coromandel, Prata, Monte Carmelo e Patrocínio.
O representante do Conselho Regional de Medicina (CRM) afirmou que a entidade não recebeu nenhuma denúncia de descumprimento de carga horária pelos profissionais da área médica do PSF. Os salários dos médicos do PSF variam entre R$ 6 mil e R$ 13 mil na região do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba.
Desde a última terça-feira (19), prefeitos e secretários de saúde, que são os gestores do Sistema Único de Saúde nestas sete localidades, estão sendo convidados a participar de reuniões com a diretoria da GRS em Uberlândia para tratar das supostas irregularidades no PSF. Os prefeitos de Araguari e de Monte Alegre de Minas já estiveram reunidos com o diretor da GRS, Daltro Catani Filho.
“Nos 118 municípios, temos 110 equipes de saúde da família. Estão faltando três médicos. Sempre no começo de ano há uma rotatividade. Têm irregularidades na carga horária. Têm médicos que não cumprem. Estamos chamando os prefeitos para regularizar a situação. Não só em Araguari, mas alguns outros municípios estão na mesma situação”, afirmou Catani. A checagem do cumprimento do horário é realizada por meio do cadastro nacional de estabelecimentos de saúde.
O descredenciamento poderá afetar os repasses do Estado e da União para estes municípios. “Os municípios deixam de receber. O custeio da equipe do Programa Saúde da Família é de aproximadamente R$ 20 mil. O Estado de Minas e a União ajudam com R$ 12 mil dos R$ 20 mil. A União entra com uma parcela um pouco maior, mas é quase meio a meio. Se não apresentou a produção neste mês, no mês que vem não recebe. Então, como vai custear a equipe? Há um descredenciamento da equipe naquele período que não tiver o médico”, afirmou o gerente.
Prefeito acha difícil médico cumprir horário
Das três vagas para médicos do Programa de Saúde da Família (PSF), que, segundo a Gerência Regional de Saúde (GRS), faltam para serem preenchidas na região sediada em Uberlândia, duas estão em Araguari. A terceira vaga em aberto não foi divulgada pela coordenação de atenção primária da GRS.
Segundo o prefeito araguarino Marcos Coelho, haverá remanejamento da equipe médica do município para suprir a falta de médicos no PSF. “Nós vamos trabalhar para suprir as deficiências que existem. Lógico que há dificuldades, mas a partir do mês de maio vamos ter um pequeno aumento salarial para condizer com a realidade da região. Estamos estudando ainda o percentual do reajuste. Também vamos fazer com que a carga horária seja cumprida”, afirmou Coelho.
O prefeito de Monte Alegre de Minas, Último Bitencourt de Freitas, que também é médico, afirmou que acha difícil que os colegas cumpram a carga horária. “Médico não quer cumprir carga horária. A gente reúne, pede, muitos têm outras atividades”, afirmou. São cinco médicos no Programa Saúde da Família no município. “A gente recebe R$ 30 mil do SUS e a Prefeitura coloca R$ 174 mil”, disse.
Cidades tentam regularizar situação
Por meio da assessoria de imprensa, a Prefeitura de Patrocínio informou a recomendação do Ministério Público Estadual para realização de processo seletivo na contratação de profissionais da área de saúde no município no início deste ano. A assessoria informou ainda que neste primeiro quadrimestre a prefeitura está dando posse aos contratados e a situação no PSF está sendo regularizada a partir destas contratações. A secretaria de Saúde de Coromandel, por meio da coordenação de controle e avaliação, informou que desconhece a convocação para a participação do prefeito e do secretário na reunião na Gerência Regional de Saúde (GRS), sediada em Uberlândia. Ainda de acordo com a secretaria local, a falta de médicos seria algo esporádico e que a coordenação de controle e avaliação desconhece casos de descumprimento da carga horária por parte dos médicos do PSF. A reportagem do CORREIO também entrou em contato com as prefeituras Estrela do Sul, Prata e Monte Carmelo, mas não obteve resposta até o fechamento desta edição.
Dificuldades é atrair para as vagas
Uberlândia está entre os 11 municípios que não apresentaram problemas referentes à falta de médico e descumprimento da carga horária no Programa de Saúde da Família (PSF), segundo os dados da Gerência Regional de Saúde (GRS). “Uberlândia é um dos poucos municípios no qual os médicos cumprem horário. Nossos médicos do PSF não fazem outra coisa. É dedicação exclusiva. Estamos cumprindo com as determinações e pactuações”, afirmou a coordenadora de atenção primária da Secretaria de Saúde uberlandense, Ana Abdalla.
A médica, no entanto, afirma que há dificuldade sazonal para preencher as vagas para médicos nas 41 equipes do PSF em Uberlândia, além da dificuldade de conseguir médicos com perfil para o trabalho comunitário e com interface para o serviço de sanitarista. “Mas estamos bem, temos um médico a mais para cada setor para cobrir férias e licenças. Estamos em um processo de crescimento”, disse Abdalla. O salário líquido do médico do PSF em Uberlândia é de R$ 6,5 mil.
Gerência regional não recebeu denúncias
O presidente da delegacia uberlandense do Conselho Regional de Medicina (CRM), Alexandre Menezes, afirmou que a entidade não recebeu nenhuma denúncia de descumprimento de carga horária no Programa Saúde da Família (PSF) na área de abrangência da Gerência Regional de Saúde (GRS). Segundo ele, o problema é “muito mais grave”. “A prefeitura contrata esse serviço no Estado, mas não tem um profissional para fazer o serviço”, afirmou Menezes.
Para o representante do CRM, o salário paga não cobre a responsabilidade do médico do PSF e que não há uma atenção em rede para dar encaminhamento aos pacientes que entram na rede pelo PSF com problemas de saúde mais grave. “Ele (médico) diagnostica e vai mandar para onde o paciente? O paciente continua voltando, mas não há resolutividade. Não tem ultrassom, não tem ressonância, mas se acontecer alguma coisa, quem é acionado judicialmente é o médico. Hoje tem regulação e esses pacientes dessas cidades entram na fila para o TFD (Tratamento fora de domicílio) e vem parar aqui em Uberlândia”, afirmou. “Não há uma política definida para a fixação destes profissionais no interior”.
Estudantes não são atraídos para a área
Os formandos em Medicina também têm demonstrado pouco interesse pela especialidade voltada para o Programa Saúde da Família, apesar da grade curricular das universidades transformada de acordo com premissas do programa de ação comunitária, com visita a pacientes de variada faixa etária e acompanhamento domiciliar com equipes multidisciplinares. “Apesar de o governo estar insistindo muito na formação do médico de família, no programa de PSF, no ano passado, tivemos um candidato para quatro vagas. Neste ano, tivemos dois. Não há programa de cargos e salários para o médico de família.
Inicialmente, ele entra com salário bom, para atrair, mas fica naquilo a vida inteira, enquanto o médico que fez outras especialidades pode começar com salário mais baixo, mas pode abrir consultório, pegar plantão extra. Usar o capital”, afirmou a coordenadora da residência da Medicina da UFU, Maria Bernadete Jeha Araújo.
“O médico do PSF é o melhor remunerado na cidade. É uma tentativa para ver se alguém vai para o PSF, mas mesmo assim, ninguém vai. Quando o sujeito é especialista, ele larga o PSF para fazer a residência médica. Se ele tiver uma máquina, um eletrocardiógrafo, um aparelho de ultra-som, que é cobrado à parte, ele vai ganhar melhor. Isso é do sistema capitalista. Este é o cenário macro”, disse o secretário de Saúde, Gladstone Rodrigues da Cunha.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Capacitação em atendimento
Resolvi divulgar em meu blog este treinamento, em virtude da qualidade profissional de minha amiga Jacqueline Santana e sua equipe.
RHUMOS DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL LTDA.
TREINAMENTO EXCELÊNCIA EM ATENDIMENTO
DATA: 30 de abril de 2011
HORÁRIO: Das 13:30 h às 18:30 h
LOCAL: Sala de treinamento CDL - Araguari-MG
OBJETIVOS:
Demonstrar que o atendimento diferenciado fideliza o cliente.
Sensibilizar os participantes quanto à importância da sequência produtiva do atendimento.
Levar os participantes a uma reflexão sobre seu desempenho no atendimento.
PÚBLICO ALVO: Profissionais da área de atendimento pessoal e telefônico
INSTRUTORAS
JACQUELINE SANTANA:
Graduada em Psicologia, com especialização em Gestão Empresarial e MBA em Gestão do Varejo.
Experiência na área de Recursos Humanos no Grupo ALGAR e nos Atacadistas Distribuidores: Martins, Peixoto e Real Moto Peças.
Adquiriu experiências em diversos segmentos da área de Recursos Humanos, inclusive em cargos gerenciais. Possui experiência de 21 anos na área de RH, conhecendo culturas empresariais diversas. Há 2 anos atua como Consultora Empresarial.
LILIAN NOVAES
Graduada em Psicologia com especialização em Administração de Recursos Humanos e Gestão Empresarial. Experiência nas áreas Administrativa, Atendimento e de Recursos Humanos nas empresas: Gelre S/A, Multi Consultoria de Imóveis e Brasilcenter Comunicações Ltda (Grupo Embratel). Adquiriu experiências assumindo gerências de Recursos Humanos, Atendimento em Call Center (Vendas, Cobrança e SAC), Treinamento, Qualidade e Marketing de Relacionamento, onde atuou por 21 anos.
CONTEÚDO:
A importância da Qualidade no Atendimento
A Hora da Verdade
Como ter Sucesso no Atendimento
Expectativas do cliente
Regras e Cuidados no Atendimento
Dicas para uma boa Aparência
Expressão Corporal
Saber Ouvir e Falar
A importância da Comunicação
Paradigmas do Atendimento
Promessas Quebradas – o que fazer?
Perfil dos Clientes
Valorizando o Cliente
Atitude faz a Diferença
O que evitar no Atendimento
Atendimento ao Telefone
Padronização e Roteiro de Atendimento
Os “Monstros” do Atendimento
O que mais irrita os Clientes
Sorriso na Voz
INVESTIMENTO: R$ 100,00
INCLUSO:
• Material Didático
• Coffee Break
• Certificado de Participação
INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES: As inscrições poderão ser feitas até o dia 27/04/2011.
* Entraremos em contato com vocês. Participem.
RHUMOS DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL LTDA.
TREINAMENTO EXCELÊNCIA EM ATENDIMENTO
DATA: 30 de abril de 2011
HORÁRIO: Das 13:30 h às 18:30 h
LOCAL: Sala de treinamento CDL - Araguari-MG
OBJETIVOS:
Demonstrar que o atendimento diferenciado fideliza o cliente.
Sensibilizar os participantes quanto à importância da sequência produtiva do atendimento.
Levar os participantes a uma reflexão sobre seu desempenho no atendimento.
PÚBLICO ALVO: Profissionais da área de atendimento pessoal e telefônico
INSTRUTORAS
JACQUELINE SANTANA:
Graduada em Psicologia, com especialização em Gestão Empresarial e MBA em Gestão do Varejo.
Experiência na área de Recursos Humanos no Grupo ALGAR e nos Atacadistas Distribuidores: Martins, Peixoto e Real Moto Peças.
Adquiriu experiências em diversos segmentos da área de Recursos Humanos, inclusive em cargos gerenciais. Possui experiência de 21 anos na área de RH, conhecendo culturas empresariais diversas. Há 2 anos atua como Consultora Empresarial.
LILIAN NOVAES
Graduada em Psicologia com especialização em Administração de Recursos Humanos e Gestão Empresarial. Experiência nas áreas Administrativa, Atendimento e de Recursos Humanos nas empresas: Gelre S/A, Multi Consultoria de Imóveis e Brasilcenter Comunicações Ltda (Grupo Embratel). Adquiriu experiências assumindo gerências de Recursos Humanos, Atendimento em Call Center (Vendas, Cobrança e SAC), Treinamento, Qualidade e Marketing de Relacionamento, onde atuou por 21 anos.
CONTEÚDO:
A importância da Qualidade no Atendimento
A Hora da Verdade
Como ter Sucesso no Atendimento
Expectativas do cliente
Regras e Cuidados no Atendimento
Dicas para uma boa Aparência
Expressão Corporal
Saber Ouvir e Falar
A importância da Comunicação
Paradigmas do Atendimento
Promessas Quebradas – o que fazer?
Perfil dos Clientes
Valorizando o Cliente
Atitude faz a Diferença
O que evitar no Atendimento
Atendimento ao Telefone
Padronização e Roteiro de Atendimento
Os “Monstros” do Atendimento
O que mais irrita os Clientes
Sorriso na Voz
INVESTIMENTO: R$ 100,00
INCLUSO:
• Material Didático
• Coffee Break
• Certificado de Participação
INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES: As inscrições poderão ser feitas até o dia 27/04/2011.
* Entraremos em contato com vocês. Participem.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Túnel do tempo
COM O MESTRE TELÊ, COM ORGULHO
Dos tempos em que ainda me arriscava a jogar futebol (pra desespero dos companheiros de time, kkkk) ficaram as lembranças e inúmeras histórias.
Achei no fundo do baú, a foto abaixo tirada (sem a qualidade digital de hoje) em 1995, no estádio Parque do Sabiá, em Uberlândia. Naquele ano, Uberlândia sediou o torneio amistoso "Copa dos Campeões do Mundo", onde competiram São Paulo (o campeão), Santos, Flamengo e Grêmio.
Na noite da final, jogando pela equipe da Cargill Agrícola, onde trabalhava, atuamos na preliminar do jogo São Paulo x Santos. E tivemos a grata surpresa (e honra) de durante o primeiro tempo do nosso jogo, sermos assistidos pelos jogadores e comissão técnica das duas equipes, postados à beira do gramado e, claro, cornetando nosso "talento", sob comando do impagável Denílson.
Na foto abaixo, no intervalo de nosso jogo, aos 36 anos de idade, posei com orgulho ao lado do mestre Telê Santana, cuja biografia escrita pelo jornalista André Ribeiro, com o título "Fio de Esperança", recomendo a todos os amantes do bom futebol.
A vida de Telê foi um exemplo de profissionalismo, dedicação, comprometimento, ética e honradez, dentro e fora de campo.
![]() |
| Edilvo Mota e Telê Santana. Estádio Parque do Sabiá, Uberlândia, 1995. |
terça-feira, 19 de abril de 2011
MEMÓRIA E RESPEITO AOS ARTISTAS DA BOLA
(Artigo publicado na coluna semanal "Painel", no jornal Diário de Araguari)
MEMÓRIA E RESPEITO AOS ARTISTAS DA BOLA
No último sábado (16), a nova diretoria do Araguari Atlético Clube realizou o evento de lançamento do projeto “Paixão que renova meu viver”. Foi anunciada a retomada das atividades esportivas do clube; e, ainda, a grata informação de que o “galo” disputará, ainda em 2011, a terceira divisão do campeonato mineiro de futebol.
Bem estruturado, o projeto apresentado tem ótimas chances de dar certo, em se considerando o planejamento e o pragmatismo das metas.
Porém, além da questão empresarial, outro fato marcou de forma ainda mais tocante a noite de sábado. Foi a deferência da diretoria, ao reverenciar a memória de tantos que fizeram a história do Araguari Atlético Clube: fundadores, jogadores, funcionários, torcedores, membros da imprensa. Destaque especial para a homenagem prestada às mulheres pioneiras do futebol feminino, após uma emocionante narrativa de Tereza Cristina de Paiva Montes Cunha.
Momentos da noite ficaram marcados, como a narrativa do locutor esportivo Edson Rodrigues, fazendo uma retrospectiva da história do clube e finalizando com uma delirante narração de um gol de Ferreira contra o Fluminense, cuja meta era defendida pelo ídolo Bim, também presente e reverenciado. Ou, ainda, o relato emocionante de Carivan Cordeiro, sobre a nobreza de atitude de seu ex-companheiro de zaga Jairão, que mesmo sabendo da morte do irmão numa longínqua manhã de domingo, foi a campo em Ituiutaba, para garantir a vitória necessária; somente após o jogo, se dirigiu ao velório do irmão. O abraço dos antigos colegas, às lágrimas, demonstrou que, acima de tudo, deve prevalecer, sempre, o comprometimento, o amor à camisa e a lealdade aos companheiros de time. Exemplo que deveria ser copiado por todos os profissionais, de qualquer atividade humana. Tempo que passa e deixa a saudades dos momentos épicos dos artistas da bola.
Para os amantes do futebol foi emocionante ver no palco atletas (nunca serão ex-atletas) que fizeram do futebol araguarino, e do Araguari Atlético Clube, sinônimo de talento, garra e espetáculo. Ferreira, Hamilton, Quinzito, Leno, Carivan, Jairão, Jairinho, Pacu, Sabão, Edgar Maia, Lincoln, Ulisses, Matinha, Lé, Marcio Ramos, Chiquinho, Luisberto, Tubertino, Tininho, Ninico, Horácio, e tantos outros, que com toda justiça receberam o reconhecimento e o aplauso do público. Também presentes, prestigiando o evento, o goleiro Renato que atuou pelo Uberlândia Esporte Clube, Atlético Mineiro (campeão brasileiro em 1971), Flamengo e Seleção Brasileira (Copa do Mundo de 1974, na Alemanha) e Vilfredo Silva, centroavante do Uberlândia, Sport Recife e outros clubes do país.
Este humilde colunista se emocionou na platéia. E agradece à diretoria do Araguari Atlético Clube (Mirim, Carivan, Flávio Rosa e Danilo Scagliarini) pelo convite e pela oportunidade de rever grandes jogadores e grandes amigos, em especial Lincoln (o Leão da Serra) que fez história como centroavante do Araguari, Uberlândia, Goiás, América do Rio, Belenenses de Portugal e Colorado.
Para os amantes do futebol, um presente. Para os jogadores, eternos ídolos do Araguari Atlético Clube, uma justa homenagem.
“Viver, e não ter a vergonha de ser feliz...”
edilvomota@hotmail.com
http://saudenatela.blogspot.com
MEMÓRIA E RESPEITO AOS ARTISTAS DA BOLA
No último sábado (16), a nova diretoria do Araguari Atlético Clube realizou o evento de lançamento do projeto “Paixão que renova meu viver”. Foi anunciada a retomada das atividades esportivas do clube; e, ainda, a grata informação de que o “galo” disputará, ainda em 2011, a terceira divisão do campeonato mineiro de futebol.
Bem estruturado, o projeto apresentado tem ótimas chances de dar certo, em se considerando o planejamento e o pragmatismo das metas.
Porém, além da questão empresarial, outro fato marcou de forma ainda mais tocante a noite de sábado. Foi a deferência da diretoria, ao reverenciar a memória de tantos que fizeram a história do Araguari Atlético Clube: fundadores, jogadores, funcionários, torcedores, membros da imprensa. Destaque especial para a homenagem prestada às mulheres pioneiras do futebol feminino, após uma emocionante narrativa de Tereza Cristina de Paiva Montes Cunha.
Momentos da noite ficaram marcados, como a narrativa do locutor esportivo Edson Rodrigues, fazendo uma retrospectiva da história do clube e finalizando com uma delirante narração de um gol de Ferreira contra o Fluminense, cuja meta era defendida pelo ídolo Bim, também presente e reverenciado. Ou, ainda, o relato emocionante de Carivan Cordeiro, sobre a nobreza de atitude de seu ex-companheiro de zaga Jairão, que mesmo sabendo da morte do irmão numa longínqua manhã de domingo, foi a campo em Ituiutaba, para garantir a vitória necessária; somente após o jogo, se dirigiu ao velório do irmão. O abraço dos antigos colegas, às lágrimas, demonstrou que, acima de tudo, deve prevalecer, sempre, o comprometimento, o amor à camisa e a lealdade aos companheiros de time. Exemplo que deveria ser copiado por todos os profissionais, de qualquer atividade humana. Tempo que passa e deixa a saudades dos momentos épicos dos artistas da bola.
Para os amantes do futebol foi emocionante ver no palco atletas (nunca serão ex-atletas) que fizeram do futebol araguarino, e do Araguari Atlético Clube, sinônimo de talento, garra e espetáculo. Ferreira, Hamilton, Quinzito, Leno, Carivan, Jairão, Jairinho, Pacu, Sabão, Edgar Maia, Lincoln, Ulisses, Matinha, Lé, Marcio Ramos, Chiquinho, Luisberto, Tubertino, Tininho, Ninico, Horácio, e tantos outros, que com toda justiça receberam o reconhecimento e o aplauso do público. Também presentes, prestigiando o evento, o goleiro Renato que atuou pelo Uberlândia Esporte Clube, Atlético Mineiro (campeão brasileiro em 1971), Flamengo e Seleção Brasileira (Copa do Mundo de 1974, na Alemanha) e Vilfredo Silva, centroavante do Uberlândia, Sport Recife e outros clubes do país.
Este humilde colunista se emocionou na platéia. E agradece à diretoria do Araguari Atlético Clube (Mirim, Carivan, Flávio Rosa e Danilo Scagliarini) pelo convite e pela oportunidade de rever grandes jogadores e grandes amigos, em especial Lincoln (o Leão da Serra) que fez história como centroavante do Araguari, Uberlândia, Goiás, América do Rio, Belenenses de Portugal e Colorado.
Para os amantes do futebol, um presente. Para os jogadores, eternos ídolos do Araguari Atlético Clube, uma justa homenagem.
“Viver, e não ter a vergonha de ser feliz...”
edilvomota@hotmail.com
http://saudenatela.blogspot.com
domingo, 17 de abril de 2011
OSSO DURO
(Nota publicada na coluna "DROPS", de Ronaldo Cesar Borges, no jornal Gazeta do Triângulo, edição de 16.04.2011)
OSSO DURO
"A crise na Saúde não é um “privilégio” somente nosso. A saúde pública brasileira passa por momentos muito críticos e de difíceis soluções.
O primeiro secretário de Saúde do governo Marcos Coelho foi nomeado depois de intensas lutas de bastidores. A classe médica indicou o cardiologista Dílson Martins de Deus, que conseguiu se manter no cargo por 16 meses.
Depois, Marcão preferiu uma funcionária de carreira, com vasta experiência na gerência do Programa de Saúde da Família, a assistente social Iara Cristina Borges. Na época o fato foi comemorado afirmando-se que a nova secretária não estava ligada a esquemas políticos e nem a de categorias profissionais. Seria a solução para combater a grave crise que despontava e que se abateu no governo municipal. Dias atrás, Iara entrou com pedido de licença e setores do governo afirmam que foi somente uma maneira para suavizar a saída da servidora que, de fato, quer mesmo é se demitir.
No seu lugar, o secretário-adjunto Rodrigo Povoa, assumiu interinamente o comando da secretaria de Saúde. Com a deflagração da crise com uma desnecessária queda de braço com os vereadores da oposição, descobriu-se que Rodrigo não era eleitor na cidade. O tempo fechou e não restou ao prefeito outra atitude senão a demissão do sobrinho, pois os dispositivos legais foram feridos.
Assume agora interinamente o médico Elpenides Barbosa, outro cardiologista, que tem a missão de não deixar o coração da secretaria parar, mesmo depois do puxão de orelhas, vindo da Gerência Regional de Saúde, que acusa a administração de não estar cumprindo metas dos programas dos governos estadual e federal.
Faltando pouco mais de ano e meio para o final do atual governo, vamos para o quarto secretário, dois deles interinos, e dois adjuntos. Outros setores da administração sofreram e podem sofrer modificações importantes. Nota-se muito desconforto, queda de braços, chapa quente e uma verdadeira torre de babel instalada no poder. Melhor organizarem-se, pois as eleições estão próximas."
OSSO DURO
"A crise na Saúde não é um “privilégio” somente nosso. A saúde pública brasileira passa por momentos muito críticos e de difíceis soluções.
O primeiro secretário de Saúde do governo Marcos Coelho foi nomeado depois de intensas lutas de bastidores. A classe médica indicou o cardiologista Dílson Martins de Deus, que conseguiu se manter no cargo por 16 meses.
Depois, Marcão preferiu uma funcionária de carreira, com vasta experiência na gerência do Programa de Saúde da Família, a assistente social Iara Cristina Borges. Na época o fato foi comemorado afirmando-se que a nova secretária não estava ligada a esquemas políticos e nem a de categorias profissionais. Seria a solução para combater a grave crise que despontava e que se abateu no governo municipal. Dias atrás, Iara entrou com pedido de licença e setores do governo afirmam que foi somente uma maneira para suavizar a saída da servidora que, de fato, quer mesmo é se demitir.
No seu lugar, o secretário-adjunto Rodrigo Povoa, assumiu interinamente o comando da secretaria de Saúde. Com a deflagração da crise com uma desnecessária queda de braço com os vereadores da oposição, descobriu-se que Rodrigo não era eleitor na cidade. O tempo fechou e não restou ao prefeito outra atitude senão a demissão do sobrinho, pois os dispositivos legais foram feridos.
Assume agora interinamente o médico Elpenides Barbosa, outro cardiologista, que tem a missão de não deixar o coração da secretaria parar, mesmo depois do puxão de orelhas, vindo da Gerência Regional de Saúde, que acusa a administração de não estar cumprindo metas dos programas dos governos estadual e federal.
Faltando pouco mais de ano e meio para o final do atual governo, vamos para o quarto secretário, dois deles interinos, e dois adjuntos. Outros setores da administração sofreram e podem sofrer modificações importantes. Nota-se muito desconforto, queda de braços, chapa quente e uma verdadeira torre de babel instalada no poder. Melhor organizarem-se, pois as eleições estão próximas."
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